Sexta-feira, 25 de Outubro de 2013

A hora do encanto...

A cidade olha-me com seus olhos poluídos
Fujo dela
Não me atrai o ruído sonoro exalado pela velocidade do movimento
Volto ao refúgio da minha praia sentida no sopro e na folhagem do tempo 
Ao longe os pássaros rumam ao lugar incerto onde os ramos verdejantes acolhem seus chilreados e protegem-se na ansiedade da Primavera
Lentamente o céu abre-se cioso da presença dos raios de sol abrindo caminho por entre as gaivotas que volteiam no lamento dos seus agudos sons a falta do peixe que as ondas não trazem
A música embala-me a viagem rumo a afectos sentidos na palma da alma e a cidade desvirtuada fica longe do olhar
É a hora do encanto da balada que preenche corações 

Gaelle Boissonnard

 Gaelle Boissonnard

 
publicado por Menina Marota às 18:44
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Regresso

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Sentidos

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Poema sem nome

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Reciclagem

Fragile

Sons diáfanos...

O vento da utopia

Momentos meus...

Rota da vida

Vida

O vento e o tempo.

Talvez

Bom Dia!

Sons do vento

Dizem

Olhos de Vida

Sentires

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Dádivas de amor

Sentires...

Da minha janela

Bom dia...

Almas Pretéritas

A minha alma anda aqui...