Terça-feira, 8 de Junho de 2010

A invenção do Amor

 

 

 

 

 

 

Há, no mel da tua língua, uma passagem secreta para os meus prazeres.
Na ponta do meu seio, o secreto desejo penetra os meus poros e, lentamente, percorre as tuas costas, sentindo o pulsar da tua pele que, em êxtase, solta um frémito sussurro, enquanto as tuas mãos cegas procuram o meu corpo, que desliza como ondas bravias no teu.
Assim nos sentimos.

Assim nos entregamos na invenção do amor.

Há, no ardor do teu corpo, a ferocidade do mar, quando arranhas a minha pele e os teus lábios, entre palavras inaudíveis de sussurros, a boca do meu corpo vêm beijar.

Soltam-se fúrias de desejo há muito quietas de prazer e, no êxtase do momento, não há palavras por dizer.

Envoltos na seda da carícia que de nós escorre, a maciez das minhas coxas que te envolvem, roçam o teu corpo num último ímpeto e, sôfregos, deixamo-nos embalar no desejo que o corpo não domina — a paixão ali sente-se e predomina —

Assim nos entregamos, de novo, na invenção do amor.

 

 

 

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publicado por Menina Marota às 23:45
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